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    Rondônia, sexta, 17 de abril de 2026.

Nacional

Polícia mata cinco pessoas durante operação no complexo do Alemão

Uma operação das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro em favelas do complexo do Alemão, na zona norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (15), terminou com a morte de pelo menos cinco pessoas. Um PM foi atingido por estilhaços e se feriu sem gravidade.

Segundo a Polícia Militar, agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a tropa de elite da PM, em conjunto com policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), realizaram a operação para checar denúncias sobre o paradeiro de um criminoso apontado como líder do tráfico de drogas local e tentar localizar uma casa usada como esconderijo de fuzis na comunidade.

A operação começou por volta das 7h e mobilizou agentes em blindados e helicópteros. Durante a movimentação dos policiais pelas favelas Nova Brasília e Fazendinha, criminosos atiraram e lançaram várias granadas contra os policiais em vários pontos da comunidade. Os policiais reagiram e ocorreram diversos confrontos. Foram apreendidos oito fuzis, 85 granadas e quantidade não divulgada de entorpecentes.

Cinco criminosos foram encontrados feridos e levados ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha (zona norte). Segundo a PM, eles morreram durante o atendimento. Um dos mortos era foragido do sistema prisional desde 2016 e considerado líder do tráfico nas comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, na zona Sul.

Um PM ferido por estilhaços foi levado ao Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio (região central), onde recebeu atendimento.

Durante a tarde, outros cinco corpos encontrados em vielas próximas ao tiroteio foram levados por moradores até a avenida Itaoca, na altura da rua Nova Brasília. Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora Nova Brasília foram chamados e isolaram o local até a chegada de peritos da Polícia Civil. Esses corpos ainda não haviam sido identificados.

O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da capital.

Fonte: O tempo

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