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    Rondônia, terça, 20 de janeiro de 2026.

Nacional

Azul passa a oferecer voos diários para Paris de olho em demanda de voos internacionais

A recuperação da demanda por voos internacionais motivou a Azul (AZUL4) a inaugurar uma nova rota a partir do fim de abril. A companhia passará a ter voos diários, com exceção de terça-feira, para Paris, com saída de Viracopos, em Campinas (SP).

“Era um destino que identificamos nas preferências dos clientes e as Olimpíadas em 2024 também surgiram como uma oportunidade”, conta Jason Ward, vice-presidente de pessoas e clientes da Azul. A companhia aérea já opera diretamente voos para Flórida e Orlando, nos Estados Unidos, e Lisboa, em Portugal, além de Montevidéu e Punta Del Este. Ainda deve passar a operar voos semanais para Curaçao, saindo do aeroporto em Fortaleza, capital do Ceará, e de Belém, no Pará.

Hoje, reforça o executivo, a oferta de voos internacionais já está no mesmo patamar do pré-pandemia e a empresa começa, portanto, a expandir seus destinos. De acordo com os dados de março, o tráfego de passageiros cresceu 89,7% nos voos internacionais em comparação com março de 2022, com ocupação de 80,8%. Por enquanto, no entanto, nenhum novo destino internacional está no radar.

“A valorização do real deve impulsionar ainda mais a demanda pelos voos. O brasileiro estava com vontade de voltar a viajar para fora”, diz ele, destacando, porém, que as viagens corporativas ainda estão abaixo do pré-pandemia.

Cardápio por Claude Troisgros

O chef francês Claude Troisgros vai assinar o cardápio dos voos internacionais da Azul. A parceria, de três meses, começa justamente na rota par Paris, que será inaugurada em 26 de abril.

As refeições da classe Business, contam com entrada, prato principal e sobremesa. Já o cardápio da classe Economy contará somente com prato principal. Todas serão servidas no almoço e no jantar, por três meses, e serão divididas em ciclos.

Negociação com arrendadores

A expectativa da companhia é de que na divulgação dos resultados do primeiro trimestre sejam divulgados os detalhes do acordo com os arrendadores de aeronaves, principais credores da Azul. De acordo com Ward, 90% da negociação já está avançada.

A proposta é que 60% da dívida seja convertida em ações e 40% em bonds com vencimento em 2030. Esses títulos de dívida serão emitidos em dólar e poderão ser negociados no mercado secundário.

Fonte: Exame

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