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    Rondônia, sexta, 23 de janeiro de 2026.

Nacional

Serviço ‘pago’, bots, liberdade de expressão: o que disse Musk aos funcionários do Twitter

Elon Musk se juntou virtualmente nesta quinta-feira com os funcionários do Twitter para uma reunião – a primeira desde que o dono da Tesla e da SpaceX concordou em comprar a empresa por US$ 44 bilhões no fim de abril.

O Twitter está em um estado caótico desde que o acordo foi fechado em abril. Muitos funcionários estão descontentes com Musk, que tem criticado abertamente a empresa, seus produtos e suas políticas.
O CEO Parag Agrawal também fez alterações no topo da organização de produtos do Twitter e anunciou uma série de medidas de corte de custos desde que o acordo foi anunciado. 

Discussões sobre possível modelo de assinatura para usuários, trabalho remoto para funcionários e liberdade de expressão foram os destaques da reunião virtual.

Veja a seguir as cinco principais conclusões da conversa:

Modelo de assinatura e cobrança dos usuários

Musk esboçou uma visão para levar o Twitter a atingir 1 bilhão de usuários e apresentou opções como um modelo de assinatura e de cobrança de usuários para verificar suas contas (esclarecendo que eles não necessariamente revelariam identidades, mas que o pagamento seria em si uma verificação).

Manutenção da publicidade, mas receio com bots

Musk também disse que a publicidade ainda é importante para o modelo de negócios do Twitter, mas tanto a publicidade quanto as opções de assinatura o deixaram mais preocupado com os bots.

Trabalho remoto

A principal preocupação da equipe do Twitter foi com a visão de Musk sobre o trabalho remoto. O executivo disse que apenas “excelentes colaboradores” deveriam ter permissão para trabalhar remotamente ou em casa e que muitas pessoas estavam pensando na ideia de trabalho remoto.
Como uma empresa privada, o Twitter teria uma estrutura de remuneração semelhante à da SpaceX, com prêmios de ações e opções e janelas de liquidez a cada seis meses, disse ele.

Musk disse que quaisquer demissões seriam consideradas com base no desempenho com uma barra de performance. Ele disse que a prioridade era ter uma receita maior que os custos e fazer melhorias nos produtos. O bilionário disse que não estava interessado em ser o próprio CEO se o acordo fosse aprovado.

Liberdade para opiniões extremas dentro da lei

Musk disse que é a favor da “política moderada” e está “bastante próximo do centro”. O homem mais rico do mundo também disse que permitiria uma gama diversificada de visões na plataforma, incluindo opiniões extremas que estão dentro dos parâmetros da lei.

Sem detalhes sobre a compra

Em última análise, Musk não abordou a questão nem declarou se estava comprometido com um acordo para comprar o Twitter. Ele também não foi questionado pelos funcionários sobre o assunto.

Fonte: Exame

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