De uniforme completo, o pequeno José Felipe, de 6 anos, ajuda toda semana os garis de Boa Vista, Roraima, que prestam serviços em frente à casa dele. Pelas redes sociais, a família compartilha registros do garoto que faz questão de jogar o lixo na caçamba e auxiliar os funcionários da prefeitura com muita alegria e empenho. Assista:
De uniforme completo, o pequeno José Felipe, 6, ajuda toda semana os garis de Boa Vista, Roraima, que prestam serviços em frente à casa dele. Pelas redes sociais, a família compartilha registros do garoto que faz questão de jogar o lixo na caçamba e auxiliar os funcionários. pic.twitter.com/QRKZw8JLcI
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February 17, 2023
“O José sempre amou caminhões e brinquedos relacionados a bombeiros e policiais, mas, os garis – ou os ‘meninos’, como ele chama, foram a grande paixão dele”, conta a irmã do pequeno José, Stephanny Gomes, de 27 anos, ao g1.
A admiração do menino pelos profissionais que trabalham na limpeza urbana começou aos 4 anos de idade. Segundo a família, sempre que escutava o caminhão da coleta de lixo e os gritos característicos dos garis, José Felipe pedia para ir ao portão. Quando não atendiam ao pedido, ele chorava bastante.
A partir daí, o horário do caminhão de lixo na rua de José Felipe começou a fazer parte da rotina da família para que, desta forma, o garotinho possa fazer a parte dele na coleta do lixo.
“No dia que o caminhão chega na rua da casa dele, ele já está lá na frente esperando por nós com a sua alegria, que contagia a equipe toda”, diz Edson Almeida dos Santos, motorista do caminhão da coleta de lixo.
A mãe de José Felipe, Ana Lúcia, de 48 anos, revela que a admiração do menino pelos funcionários da limpeza municipal cresce cada vez mais. A reciprocidade dos garis ficou clara quando o pequeno ganhou um uniforme igual ao deles.
Além da paixão de José Felipe pelos responsáveis pela coleta do lixo, a irmã revela que sempre que o menino vê algum trabalhador vestido com o uniforme da prefeitura de Boa Vista, o menino quer ajudar.
“Seja capinando, pintando ou limpando, não importa, ele quer estar sempre junto e quer ajudar. E ele tem que colocar a farda, a bota, e a luva que ganhou dos meninos. Ele é apaixonado”.
Fonte: O tempo









































