Já decolou de Tel Aviv, rumo ao Rio de Janeiro, a quinta aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) trazendo 215 brasileiros repatriados em Israel. Entre os tripulantes há nove bebês de colo e 16 animais de estimação. A previsão de pouso no Brasil é às 1h45 de domingo (15), no aeroporto do Galeão.
De acordo com o governo brasilerio, levando em conta essa quinta aeronave, agora são 916 passageiros e 24 animais de estimação que já retornaram ao Brasil ou estão em deslocamento para o país desde o início da Operação Voltando em Paz.
A quarta aeronave chegou na madrugada deste sábado e trouxe 207 brasileiros, dois cães e dois gatos. A sexta aeronave da missão, que foi cedida pela presidência da República, aguarda para repatriar cerca de 20 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e se deslocaram neste sábado, rumo ao sul da região para atravessarem a fronteira com o Egito (leia mais a seguir).
Mais de 2,7 mil pedidos de repatriação
As embaixadas do Brasil em Tel Aviv (Israel), Cairo (Egito) e o Escritório de Representação em Ramala (na Palestina) foram acionados. Um formulário online ajudou a identificar os brasileiros em situação de dificuldade. Mais de 2,7 mil manifestaram interesse em retorna
Brasileiros estão no sul de Gaza e aguardam autorização para entrar no Egito
Neste sábado, um grupo com 16 brasileiros iniciou o deslocamento para cruzar a fronteira. Eles estavam abrigados na escola católica Rosary Sisters, no norte de Gaza, e seguiram num ônibus fretado pelo Governo Brasileiro para Khan Yunis, ao sul da Faixa de Gaza. Lá, se juntaram a um outro grupo de cerca de 10 brasileiros que têm interesse na repatriação.
Agora, o Governo Federal articula com autoridades palestinas, do Egito e de Israel o cruzamento em segurança da fronteira do território palestino com o Egito na cidade de Rafah. Quando estiverem no Egito, os brasileiros seguirão para o aeroporto que ainda será definido para o traslado final do grupo para o Brasil.
“Os brasileiros que estavam em Gaza conseguiram sair da zona de conflito e chegaram a Khan Yunis, posto de fronteira com o Egito. Agora, vamos esperar que essa fronteira abra. Assim que abrir, imediatamente a gente consegue fazer o nosso pessoal cruzar. Mas, graças a Deus, eles estão longe da parte mais intensa dos bombardeios, que é a parte Norte”, afirmou o embaixador Alessandro Candeas, chefe do Escritório de Representação do Brasil em Ramala, na Cisjordânia. (com informações do Ministério de Relações Exteriores e Agência Estado)
Fonte: O tempo









































