Um jovem de 25 anos morreu após desmaiar durante o Teste de Aptidão Física (TAF) para ingressar, como soldado, na Polícia Militar do Mato Grosso do Sul. O exame foi realizado nessa quinta-feira (3) em Campo Grande.
Segundo informações do g1, além de Arthur outros dois candidatos, outro homem e uma mulher, também passaram mal e chegaram a cair durante o teste.
Em vídeo que circula pelas redes sociais (veja abaixo), os candidatos são vistos correndo no Centro Poliesportivo da Vila Nasser sob sol forte. É possível notar ainda que outros candidatos mostram-se desgastados devido ao calor intenso e a baixa umidade do ar de Campo Grande.
Um jovem de 25 anos morreu após desmaiar durante o Teste de Aptidão Física (TAF) para ingressar, como soldado, na Polícia Militar do Mato Grosso do Sul. O exame foi realizado nessa quinta-feira (3) em Campo Grande. pic.twitter.com/7WOMOqml1D
— O Tempo (@otempo)
August 4, 2023
Natural de Goiás, a vítima teria vindo a Campo Grande para participar do TAF, quarta fase do concurso da Polícia Militar.
O teste de aptidão física da PM é composto por três fases: elevação de barra elevação na barra fixa, 32 abdominais e corrida de 2.400 metros (em 12 minutos). Caso o candidato não consiga terminar alguma das fase é automaticamente desclassificado.
Um dos participantes disse à reportagem do g1 que havia um cuidado da organização durante a prova e que havia água disponível o tempo todo para os candidatos.
A Secretaria Estadual de Administração (SAD) emitiu uma nota sobre o acontecido. Confira
O governo do Estado de Mato Grosso do Sul lamenta profundamente o óbito ocorrido em decorrência do TAF (Teste de Aptidão Física) da prova da Polícia Militar, de um candidato de 25 anos oriundo do Estado de Goiás, e informa que já determinou que sejam tomadas as devidas providências para esclarecer o fato, com compromisso de apurar as possíveis negligências e responsabilidades.
Apesar de todo arcabouço legal que as provas de teste físico requerem, bem como todo cuidado e responsabilidade pela aplicação da mesma é necessário apuração célere que não deixe margens para novas tragédias, motivo pelo qual já iniciou uma apuração isenta e objetiva.
(Com informações de g1)
Fonte: O tempo









































