Uma mulher de 30 anos foi presa neste sábado (26) em São Paulo por suspeita de matar e esquartejar a própria filha, de 9. Partes do corpo da menina foram encontradas em uma geladeira e uma caixa térmica, em um imóvel na avenida M’Boi Guaçu, no Jardim Ângela, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). O crime teria ocorrido em um outro local, na zona Leste da cidade.
O caso foi registrado como homicídio triplamente qualificado – por se tratar de criança, familiar do criminoso e por motivo fútil ou torpe – e ocultação de cadáver. O delegado do caso pediu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, em que não há prazo para liberação do suspeito.
Segundo a Polícia Civil, Ruth Floriano confessou ter esfaqueado Alany Izilda Floriano Silva, que tinha acabado de completar 9 anos de vida. A mãe passou por audiência de custódia na manhã deste domingo (27), que é o procedimento diante de um juiz para determinar se as circunstâncias da prisão cumpriram a lei e se o suspeito permanece preso ou não.
De acordo com o portal G1, durante a audiência, a mulher teria confessado o crime , mas teria dado duas versões: a primeira Ruth disse que há cerca de um mês, quando a filha ainda tinha 8 anos, ela teria conhecido um homem num aplicativo de relacionamento e o levou para sua casa, onde fizerma uso de drogas e dormiram.
Ao acordar, Ruth disse ter encontrado a filha morta, não se recorda do que ocorreu e decidiu guardar as partes do corpo da menina na geladeira.
Na segunda versão, a mulher disse que matou Alany entre 8 e 9 de agosto, dois ou três dias após a filha ter completado 9 anos. O motivo do crime teria sido o fato da criança não aceitar a separação com o pai.
Ruth contou que decidiu se mudar de residência e que, durante a mudança, a família de um suposto namorado teria suspeitado do peso da geladeira.
O caso foi registrado no 47º Distrito Policial (DP), em Capão Redondo e a investigação será feita pelo 100º DP, no bairro Jardim Herculano (Agências)
Fonte: O tempo









































