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    Rondônia, segunda, 26 de janeiro de 2026.

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Veículos de imprensa mudam forma de noticiar ataques a escolas

Veículos de imprensa anunciaram mudanças na forma de noticiar ataques a escolas. Nos últimos 20 anos, o Brasil registrou ao menos 24 atentados.

CNN, Band, Grupo Globo e Canal Meio decidiram não divulgar nomes, fotos e vídeos dos acusados. A Empresa Brasil de Comunicação já adota esse protocolo em sua cobertura.

As medidas seguem recomendações de especialistas e de instituições para que a imprensa evite usar imagens, nomes e informações de suspeitos, de vítimas e da tragédia. O objetivo é evitar o chamado efeito contágio, que é estimular outros atentados. 

Entidades médicas apontam conexão causal entre violência na mídia e comportamento agressivo em algumas crianças. 

O Ministério Público de Santa Catarina e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo também pediram que os profissionais de comunicação evitem a exposição de agressores e vítimas.

A professora e pesquisadora da Unicamp, Danila Zambianco, diz que o ideal é não trazer espetáculo e notoriedade para os autores desses atos.

Danila Zambianco destaca qual seria o papel da mídia na cobertura.

Após o ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro, na capital paulista, em 27 de março, a Polícia Civil de São Paulo identificou, no ambiente virtual ou escolar, um aumento de situações que indicam planos de possíveis ataques em escolas.

Em uma semana, a Polícia Civil registrou 279 casos.

Geral Brasília 06/04/2023 – 17:23 Sheily Noleto / Alessandra Esteves Renato Ribeiro – Repórter Rádio Nacional ataques escolas imprensa veiculação efeito contágio quinta-feira, 6 Abril, 2023 – 17:23 2:02

Fonte: Ag. Brasil

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