O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu aumentar o tempo de condenação de três policiais militares acusados do desaparecimento e assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 2013, na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. 

Por unanimidade, os ministros da Sexta Turma do STJ aceitaram recurso do Ministério Público Federal para aumentar as penas determinadas pela Justiça do Rio em 2016. Os policiais foram condenados pelos crimes de homicídio, tortura e ocultação de cadáver.
A pena do major Edson Santos, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha na época do desaparecimento, passou de 13 anos e sete meses de prisão para 16 anos e três meses. Outros dois soldados também tiveram a pena aumentada em mais de dois anos.
Amarildo desapareceu em julho de 2013, após ser detido por policiais militares e conduzido da porta de sua casa para a sede da UPP. Segundo a Justiça, ele foi torturado e morto pelos agentes e seu corpo nunca foi encontrado.
Durante o julgamento, a defesa dos acusados defendeu a anulação das condenações alegando que as sentenças foram baseadas em depoimentos falsos.
Justiça Os policiais foram condenados por homicídio e tortura Rio de Janeiro 22/08/2023 – 22:09 Raquel Mariano / Beatriz Albuquerque Fabiana Sampaio – repórter da Rádio Nacional caso amarildo terça-feira, 22 Agosto, 2023 – 22:09 83:00
Fonte: Ag. Brasil










































