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    Rondônia, quinta, 22 de janeiro de 2026.

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O que querem os empresários brasileiros com as próximas eleições? Esta pesquisa mostra

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) elencou as principais prioridades de empresários para os próximos quatro anos e as pautas mais urgentes para governantes que pretendem estimular a geração de empregos e o bom desempenho do empresariado.

Para chegar aos destaques, a CNI, por meio do Instituto FSB Pesquisa, ouviu 1.000 empresários de companhias de pequenas, médias e grandes empresas. As respostas foram colhidas entre os dias 10 e 24 de agosto deste ano.

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O que querem os empresários

Durante a pesquisa, os participantes foram estimulados a escolher abertamente duas ações que acreditam ser prioridade para o próximo governo no que diz respeito à geração de empregos. A maioria dos empresários brasileiros (56%) acredita que a medida mais importante é realizar a Reforma Tributária. O tema foi o mais apontado tanto como primeira, quanto segunda ação prioritária.

A justificativa para isso está no modelo complexo e ineficiente de cobrança de impostos. Segundo os entrevistados, o sistema atual freia o crescimento da economia, enquanto os altos tributos e a falta de qualificação profissional também são gargalos para ampliar as oportunidades de trabalho no país. Diante disso, a redução dos impostos sobre a folha de pagamento (48%) e a necessidade de fortalecer a capacitação profissional (35%) são outros temas.

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“Há uma expectativa dos empresários industriais em relação à prioridade que será dada ao tema (reforma tributária) no próximo governo. Aprovar a Reforma Tributária, com adoção de um sistema de tributação do consumo que seja mais moderno, eficiente e alinhado ao padrão mundial, é um passo fundamental para aumentar a competitividade das empresas e, assim, acelerar o ritmo de crescimento da economia, gerando mais empregos e renda para os brasileiros”, afirma o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Assunto mais importantes

O levantamento também buscou entender quais pautas esses empresários percebem como prioritárias para o próximo presidente eleito, de maneira geral. Os assuntos de destaque foram:

  • educação (34%)
  • saúde pública (26%)
  • crescimento econômico (20%)
  • redução de impostos (14%)
  • geração de emprego (12%)
  • apoio aos empresários (11%)
  • reforma tributária (11%)

A análise, segundo a CNI, é de que os empresários reconhecem a relevância da formação dos jovens brasileiros para o crescimento da indústria e para o desenvolvimento do país. O tema foi o mais citado pelos empresários — um em cada três entrevistados acredita que a educação deve ser a principal prioridade do presidente eleito nos próximos quatro anos.

“A educação de qualidade em todos os níveis é um dos pilares fundamentais para a construção da cidadania e da prosperidade das nações. Só com educação de qualidade vamos preparar pessoas capazes de interpretar os avanços tecnológicos e propor soluções inovadoras”, diz Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

Como ações para melhorar as condições de cada um desses pontos, os entrevistados destacam, por exemplo, a melhoria de hospitais, a capacitação e aumento salarial de professores e incentivo ao ensino ténico e profissionalizante.

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“A pesquisa mostra que há uma demanda do setor empresarial por maior investimento no ensino técnico, que está mais alinhado às necessidades do mercado de trabalho. Outro ponto é a preocupação dos executivos com a qualidade do ensino. Diante de uma indústria cada vez mais tecnológica, o ensino precisa acompanhar as habilidades exigidas pelas empresas”, diz Azevedo.

Expectativas para o futuro

A pesquisa também sondou as perspectivas de empresários em relação ao futuro da economia e de suas próprias empresas nos próximos anos.

De maneira otimista, sete em cada 10 empresários esperam anos positivos daqui para frente. Um percentual ainda maior do total de respodentes (77%) está otimista com o futuro da indústria brasileira, enquanto 8&% estão otimistas com o futuro da própria empresa.

Sobre a economia do país, 69% disseram que deve melhorar um pouco ou muito nos próximos quatro anos

Fonte: Exame

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