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    Rondônia, sexta, 16 de janeiro de 2026.

Nacional

Governo determina o envio de equipes por ‘risco iminente de colapso’ em mina da Braskem, em Maceió

Após pelo menos cinco abalos sísmicos em novembro e um alerta de para o “risco iminente de colapso” de uma mina da Braskem, em Maceió, Alagoas, o governo federal vai enviar ainda nesta quarta-feira, 29, uma equipe da Defesa Civil Nacional para avaliar a gravidade da situação.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, em contato com o governador de Alagoas, Paulo Dantas, determinou a ida imediata do diretor de obras, Paulo Falcão, e de um membro do Grupo de Apoio a Desastres (Gade), para acompanhar e monitorar a situação.

O MDR também pediu ao Ministério das Minas e Energia a presença do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que já confirmou que as ações da Braskem são responsáveis pelo afundamento do solo nos bairros de Pinheiro, Mutange e Bebedouro. Em 2018, a população foi evacuada e os locais estão desocupados. Desde então, a Defesa Civil Nacional monitora a situação.

Após recomendar que fosse evitada a circulação de pessoas e de embarcações na lagoa próximo ao Mutange, um dos bairros de Maceió que foram desocupados por causa do afundamento do solo, a Defesa Civil alterou o alerta nesta quarta-feira, 29, para o “risco iminente de colapso em uma das minas monitoradas”.

As minas citadas pelo órgão são cavernas abertas pela extração de sal-gema. De acordo com a Braskem, a movimentação no solo foi registrada “em um local específico, dentro das áreas de serviço da companhia, nas proximidades da Av. Major Cícero de Goes Monteiro”, que foi isolada preventivamente.

Nas redes sociais, o governador Paulo Dantas afirmou que “esse desabamento pode ocasionar a formação de grandes crateras, por isso as equipes nacionais estão chegando a Alagoas nesta noite. O governo de Alagoas tem reiteradamente cobrado a Braskem para verdadeiramente assumir sua responsabilidade diante do maior crime ambiental do urbano do mundo”, afirmou.

De acordo com a Defesa Civil de Maceió “os últimos sismos ocorridos se intensificaram e houve um agravamento do quadro na região já desocupada, próximo ao antigo campo do CSA. Estudos mostram que há risco iminente de colapso em uma das minas monitoradas”.

Fonte: Exame

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