O número de pessoas deslocadas à força em todo o mundo subiu para um recorde de 120 milhões, informou hoje a agência de refugiados da ONU, ACNUR. O relatório divulgado nesta quarta-feira (14) pela ACNUR traz o maior salto já registrado de um ano para o outro. No final de 2022 eram mais de 108 milhões de pessoas forçadas a deixar suas casas;19 milhões a mais que em 2021.

E a crise no Sudão, que já completa 8 semanas, fez o número bater nos 110 milhões neste ano. Além dos conflitos, entre as principais causas de expulsão estão perseguição, discriminação, violência e a crise climática. Atualmente apenas 3 países são responsáveis por cerca de metade de todos os refugiados do mundo: Síria, Ucrânia e Afeganistão, todos assolados por guerras.
Na Grécia está próximo de 80 o número de mortos no naufrágio de um barco que transportava imigrantes, mas de 100 foram resgatadas com vida. O resgate tem como base a cidade grega de Calamata para onde foram trazidos os sobreviventes. Os que não precisaram ser hospitalizados foram acomodados em um galpão. Uma entidade de apoio a refugiados estima que eram em torno de 750 pessoas em um barco de no máximo 30 metros de comprimento. A maioria homens na faixa dos 20 anos. Eles tinham partido da Líbia e tentavam chegar à Itália.
Reguladores da União Europeia acusaram hoje o Google de competição desleal por favorecer seus próprios serviços de publicidade online. Como resultado de uma investigação de 2 anos, a Alfabet, controladora do serviço de buscas, poderá ser forçada a vender parte do seu braço publicitário e pagar multa de até 10% de seu faturamento global. Caso confirmadas, as sanções seriam as mais severas já aplicadas pelo bloco. O Google afirmou que a investigação não traz elementos novos e se concentra em apenas um aspecto do negócio da empresa.
Na Polônia, mulheres marcharam em diversas cidades, incluindo a capital Varsóvia, pedindo o fim da lei antiaborto do país, que está entre as mais rígidas da Europa. Algumas carregavam cartazes que diziam queremos médicos não-missionários. A onda recente de protestos foi provocada pela morte de uma mulher de 33 anos, em maio, cuja a família acredita que poderia ter sido caso tivesse sido submetida ao procedimento.
Na Itália milhares de pessoas foram às ruas de Milão para acompanhar a despedida ao ex-primeiro ministro Sílvio Berlusconi, que morreu na terça-feira (13) aos 86 anos, por complicações de uma leucemia. Por decisão do governo italiano, do qual o partido de Berlusconi faz parte, foi decretado dia nacional de luto, o que gerou polêmica devido ao ineditismo. A cerimônia também teve honras de chefe de estado, comum para ex-mandatários. Após o cortejo e uma cerimônia para 2.300 convidados, na catedral da cidade, o corpo de Berlusconi seria cremado e as cinzas mantidas em um em uma das propriedades dele.
Internacional Brasília 14/06/2023 – 20:03 Sheily Noleto / Pedro Lacerda Pedro Moreira – Repórter da Rádio Nacional Notícias internacionais morte de Berlusconi processo contra o Google refugiados pelo mundo quarta-feira, 14 Junho, 2023 – 20:03 214:00
Fonte: Ag. Brasil










































