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    Rondônia, sexta, 16 de janeiro de 2026.

Nacional

Bolsas de NY fecham em alta, com expectativa de fim do aperto monetário e ‘pouso suave’ nos EUA

As bolsas de Nova York estendem os ganhos da véspera, após a inesperada queda do índice de preços ao produtor (PPI) em outubro ante setembro, com avanço aquém do previsto do núcleo de inflação. O dado alimenta expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) poderá evitar uma nova rodada de aumento de juros. Ao mesmo tempo, o recuo menor que o esperado nas vendas no varejo no mês passado e o avanço no índice Empire State sustentam a percepção de que a economia americana poderá ter um “pouso suave”.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,47%, aos 34991,21 pontos; S&P 500 subiu 0,16%, a 4502,88 pontos e o Nasdaq avançou 0,07%, a 14103,84 pontos. Apesar dos sinais encorajadores de inflação nos EUA, apontados também pelo CPI de ontem, a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, alertou hoje que a autoridade monetária perderia credibilidade se declarasse prematuramente vitória na luta contra a inflação e depois tivesse de aumentar novamente os juros, apontando que corte na taxa não devem ocorrer por “um tempo”.

Já a Fitch publicou relatório avaliando que as condições restritas de liquidez e financiamento, incertezas macroeconômicas e sobre o setor imobiliário da China e eventos geopolíticos são os principais riscos de crédito em 2024. A agência de avaliação de crédito diz que apesar de dados recentes sinalizarem a desaceleração da inflação nas principais economias desenvolvidas, “a resiliência contínua do consumidor dos Estados Unidos poderá ainda levar a um cenário de taxas de juro ainda mais elevadas por ainda mais tempo, caso os dados da demanda sejam mais fortes do que o esperado e excedam as previsões do Fed”.

A Fitch ressalta ainda que uma alta adicional dos juros dos EUA intensificaria o aperto das condições financeiras, aumentando as pressões sobre a qualidade dos ativos e os riscos de um evento de tensão no sistema financeiro.

Entre as ações, o destaque fica para a Target, que saltou quase 18%. A varejista viu suas vendas recuarem neste início de período de compras de Natal com a retração dos consumidores, mas seu lucro cresceu 36%, para US$ 971 milhões no terceiro trimestre – acima dos US$ 685 milhões esperados.

Fonte: Exame

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