No final do ano, todo dinheiro extra que entra é bem-vindo. Afinal, apesar do 13º ser um importante alívio no orçamento dos brasileiros, os gastos nessa época também são maiores.
O Banco Central anunciou nesta quinta-feira (07) que milhares de brasileiros ainda têm valores parados nas contas. Entre eles, cerca de 835 mil beneficiários têm mais de R$ 1.000 esquecidos. Um valor que, sem dúvidas, pode ajudar a fechar as contas do fim de ano.
Ainda segundo o BC, o valor total disponível para resgate no Brasil é de R$ 7,5 bilhões. Pessoas físicas e jurídicas podem consultar se estão na lista dos privilegiados no Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central.
A maioria dos brasileiros têm valores simbólicos a receber. Até 10 reais, por exemplo. Mas, no total, são cerca de R$ 6 bilhões para 40,6 milhões de CPFs e R$ 1,5 bilhão disponível para 3 milhões de CNPJs.
Veja relação completa:
-31.390.932 beneficiários podem resgatar entre R$ 0,00 e R$ 10,00
-12.813.948 beneficiários podem resgatar entre R$ 10,01 e R$ 100,00
– 4.806.330 beneficiários podem resgatar entre R$ 100,01 e R$ 1.000,00
– 835.394 beneficiários. podem resgatar valores acima de R$ 1.000,01
Cuidado com os golpes:
O Banco Central afirma que o único site de consulta para solicitar a devolução dos valores é o: https://valoresareceber.bcb.gov.br .
Todos os serviços do sistema são gratuitos e não exigem pagamentos para ter acesso aos valores.
O Banco Central também afirma não envia links e não entra em contato com o beneficiário para falar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.
“Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar e ela nunca vai pedir senha. Não clique em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram”, orienta a equipe do banco.
É necessário ter de fácil acesso o CPF e a data de nascimento ou o CNPJ e a data de abertura da empresa para fazer a consulta. Se houver algum valor disponível para resgate, é preciso fazer login na conta gov.br. Também é preciso ter uma chave PIX cadastrada.
Fonte: O tempo









































