No penúltimo episódio desta temporada de Histórias Raras, a gente discute o conceito de neurodiversidade a partir das histórias de pessoas que receberam o “rótulo” de uma neurodivergente somente na vida adulta.

Para relembrar as percussoras que ajudaram a sociológa Judy Singer na definição do termo, a gente separou trechos de uma teleaula do canal Autismo Pensante. Nele, Ricardo Oliveira fala sobre o protagonismo da psiquiátrica britânica Lorna Wing e da psicóloga estadunidense Temple Grandy.
Debaixo desse guarda-chuva conceitual, a gente encontrou a Maria Eugênia Ianhez, assessora de comunicação e vice-presidenta da Associação Brasileira de Dislexia (ABD). Ela resume a trajetória do seu diagnóstico tardio com a seguinte frase:
“Em casa era aquela coisa, né, casa de Ferreiro, espeto de pau. Todo mundo falava assim: Maria, você é disléxica mesmo, mas só na piada e não na seriedade.”
A gente também se aprofunda na história da Jéssica Borges, que encerra o episódio Mães Neurodivergentes. Ela se descobriu dentro do espectro autista depois do diagnóstico do filho. Como mulher negra e educadora da área de inclusão, Jéssica ajuda a gente a desconstruir alguns esteriótipos sobre o autismo e outras neurodivergências:
É uma quebra de padrão, quebra de estereótipo você ir atrás de um diagnóstico, entender que o autismo é um espectro amplo e vai se manifestar de formas diversas em cada pessoa.
Sinopse
O episódio “Mais que Rótulos” conta histórias sobre os esteriótipos que aparecem com o diagnóstico tardio de uma neurodivergência. Em vez de rótulos, entenda porque o termo espectros combina melhor com o conceito de neurodiversidade.
Direitos Humanos Afinal, o que são esses espectros que “rotulam” a neurodiversidade? Brasília e Rio de Janeiro 18/08/2023 – 22:35 Bia Arcoverde Leyberson Pedrosa e Patrícia Serrão Histórias Raras Neurodivergentes sexta-feira, 18 Agosto, 2023 – 22:35 23:13
Fonte: Ag. Brasil










































