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    Rondônia, terça, 20 de janeiro de 2026.

Geral

Adelino Follador lamenta ausência da Assembleia Legislativa em debate

Deputado diz que decreto penaliza municípios e vai gerar mais desemprego

Indignação. Esta foi a palavra mais usada pelo deputado Adelino Follador (DEM), durante sessão ordinária nesta terça-feira (30), para manifestar seu desapontamento com recentes decisões governamentais. Ele lamentou, por exemplo, a não-convocação do Legislativo para o debate que culminou com a feitura de decreto, limitando a abertura do comércio em 23 municípios do interior do Estado, na tentativa de reduzir a propagação do novo coronavírus e desafogar o atendimento nas unidades de saúde públicas e particulares.

Para Follador, a ausência da Assembleia no debate foi um grande erro, mas não permitir a abertura do comércio em vários municípios, sem um estudo pormenorizado de cada localidade, foi um erro ainda mais grave. O parlamentar disse que não faz uma defesa dos comerciantes, mas sim do trabalho, frisando que o ato do governo e das autoridades envolvidas no encontro afeta diretamente a oferta de empregos, e deve gerar demissões imediatas.

De acordo com o deputado, o caminho é a flexibilização com responsabilidade, deixando que as pessoas trabalhem para levar o sustento para as suas famílias. “Quem precisa de trabalhar e adota as medidas de proteção, tem o direito de trabalhar,” disse, afirmando que faltou também respeito para com a população. O Estado, segundo ele,tem que coibir aglomerações, fiscalizando e punindo quem descumpre as normas sanitárias, e ampliar a oferta de medicamentos e de leitos hospitalares.

O orador disse ainda não entender o motivo pelo qual órgãos como Idaron, Detran e Emater não estão atendendo o público de forma presencial. Conforme afirmou, os diretores têm que adotar medidas de segurança e não paralisar os serviços, como está ocorrendo. Ele disse ainda que a maioria das famílias dos estudantes da rede pública de ensino em Rondônia, não está recebendo o valor em dinheiro do que seria gasto com a merenda escolar. Follador disse que fez nova cobrança à Secretaria de Educação e está aguardando a resposta.

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